Retrabalho custa caro, custa tempo, custa energia e custa reputação.
Consertar algo mal feito dá mais do que o dobro do trabalho. Porque além de refazer, é preciso entender o erro, desmontar o que foi feito, desfazer o estrago e reconstruir com mais cuidado, além, e, é claro, lidar com a cobrança.
Fazer bem feito não é capricho, é economia, é respeito, é inteligência. Não é perfeccionismo fazer bem feito desde o início, isso se chama inteligência operacional.
É respeito pelo próprio tempo, pelo tempo dos outros, e pela qualidade que se espera da corporação.
Errar faz parte, desde que se aprenda e evolua com o erro. Isso é o que diferencia quem evolui de quem repete.
Caso você entenda que não tem tempo pra fazer direito, prepare-se pra arrumar tempo pra fazer de novo, e com juros.
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